Tombo mundial da moeda Americana tem repercussão no Brasil e cotação chega próximo dos R$ 5,16

A queda mundial da moeda Americana atingiu o mercado financeiro de câmbio em algum momento mais provável a investimentos de risco. A divisa dos EUA anunciou o tombo no início da sessão e encerrou com a marca de R$ 5,15. O transação de alívio que já dura algumas sessões é muito contextualizado no ambiente mundial e, em certa forma, na recuperação no âmbito da política do país. Porém, por mais que o câmbio da fonte siga com muito prêmio, especialista apontam alguma desconfiança sobre a profundidade da queda por aqui. Na último dia 27 de julho a moeda Americana comercial retraiu quase 0,9%, atingindo a marca de R$ 5,1577. Essa resolução indica o trajeto para a segunda queda no mês da cotação em 2020 – em um ano de pandemia e crise global só houve baixa amontada no quinto mês do ano, atualmente em julho, o dólar vem em queda 5%. Mesmo assim, a moeda ainda tem crescimento de aproximadamente 28% diante da moeda brasileira, a mais evidente dentre todos os mercados financeiros do mundo.

De maneira mais ampla, o que tem indicado uma a tendência mundial do dólar é o anúncio do aporte financeiro feitos pela União Europeia para estimular a economia, que deixa mais forte a moeda Europeia diante do dólar Americano e o juramento do Federal Reserve de permanecer a liquidez sem antecedentes injetada como reação à crise do Covid-19, no primeiro trimestre do ano. Ademais, se tem a expectativa de que a economia dos EUA vai deixar de aumentar em um ritmo muito mais acelerado do que o resto do globo terrestre e que as eleições nos EUA estão se revelando uma vitória para o partido democrata – situação que também ajudam para baixa do dólar global.

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