Setor financeiro diminui expectativa de decréscimo do PIB para aproximadamente 5,80% em 2020.

A Expectativa do mercado para a caída do setor econômico brasileira para 2020 foi ajustada de 5,95% para cerca de 5,80%. A previsão de recuo do PIB – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi colocado no boletim Focus, informação divulgada no decorrer das semanas pelo Banco Central (BC), com previsão para os mais importantes indicadores da economia brasileira.

Inflação

Os bancos procurados pelo BC também alinharam as expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 1,72% para 1,67%, em 2020. Para o próximo ano, a projeção de inflação se mantém em aproximadamente  3%, há quase dois meses consecutivos.

Taxa Selic

Para atingir o objetivo de inflação, o BC utiliza como fato principal a ferramenta da taxa básica de juros, a Selic, concedida nos dias atuais em 2,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado econômico, a projeção é que a taxa da Selic termine 2020 em 2% ao ano, um valor muito abaixo em comparação com anos anteriores.

Assim, quando o Copom diminui a taxa Selic, a ideia é que o crédito fique mais facilitado, com apoio à fabricação e ao consumo, diminuindo o poder da inflação e impulsionando o setor econômico. Porém , as instituições financeiras se prende para outros fatores na hora de decidir a taxa de juros para os clientes, como risco de não pagamento das dívidas, receitas gastos administrativas. Quando o Copom cresce a taxa normal de juros, o intuito é impedir a demanda excessiva. Dessa forma, gera reflexos nos valores nas mercadorias de consumos porque com as taxas mais elevadas em o crédito fica mais caro.

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